Jogo 5.094: Corinthians vence o São Caetano pela 1ª vez pelo Paulistão

corinthians 2 x 1 saocaetano

Felipe tentou de novo, mas André Máscara e Ronaldo impediram, na noite desta quarta-feira, que o Timão perdesse mais pontos por causa do entreguismo do goleiro que habita a meta corinthiana. Continue reading

Jogo 5.092: Timão despacha Itumbiara na estreia de Ronaldo Fenômeno

itumbiara 0 x 2 corinthians

O Corinthians fez o suficiente para eliminar o jogo de volta com o Itumbiara ao vencer por 2 x 0 a partida de ida válida pela primeira fase da Copa do Brasil de 2009, disputada na noite desta quarta-feira. Mas ninguém deu muita bola pra isso. O que importou mesmo foi o momento histórico, exatamente aos 22 minutos e meio do segundo tempo, no qual o atacante Ronaldo estreou com a camisa do Timão. Continue reading

Jogo 4.870: O eterno 7 x 1

corinthians 7 x 1 santos

O atacante Geílson vinha dizendo havia algumas semanas que queria ser o autor do gol de número 11.000 do Santos Futebol Clube, de preferência contra o Corinthians. Ele conseguiu esse feito há alguns jogos, contra o Vasco, mas os deuses do futebol impuseram um preço altíssimo à petulância do rapaz: uma histórica goleada corinthiana sobre o Santos na tarde deste domingo no Pacaembu. O placar de 7 x 1 – maior massacre do Campeonato Brasileiro de 2005 até o momento – não acontecia no clássico desde 1941. Continue reading

Jogo 4.861: Timão bate o Santos na Vila em jogo refeito por causa de juiz ladrão

 2 x 3

Num jogo tumultuado, o Corinthians bateu o Santos por 3 x 2 na noite desta quinta-feira na Vila Belmiro e distanciou-se do vice-líder Goiás na tabela de classificação, abrindo seis pontos de vantagem. A vitória de virada foi obtida no jogo refeito por causa das falcatruas do juiz ladrão Edílson Pereira de Carvalho.

O clássico de hoje foi apitado por Cléber Wellington Abade. Mas a arbitragem ruim comprometeu o espetáculo. Desta vez, apesar de lesado, o Corinthians pelo menos conseguiu sair de campo com a vitória, a quinta seguida numa seqüência invicta de dez partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro.

O Santos começou dominando e saiu na frente aos 11 minutos de jogo, quando Cláudio Pitbull aproveitou belo passe de Geovanni e concluiu com classe. Ainda no primeiro tempo, apesar de desorganizado em campo, o Corinthians empatou com Betão.

O Timão voltou melhor para o segundo tempo, mas foi prejudicado quando Abade não marcou pênalti escandaloso do goleiro Saulo em Nilmar. Dois minutos depois, o árbitro expulsou o santista Luizão por causa de uma cotovelada infantil em Wendell. Entretanto, o Corinthians não soube tirar proveito da vantagem numérica e sofreu o segundo gol aos 23 minutos, quando Luciano Henrique aproveitou falha da defesa.

A reação corinthiana veio três minutos depois. Antonio Lopes trocou o zagueiro Marinho pelo atacante Bobô. Em seguida, Rosinei cabeceou no travessão. No rebote Nilmar empatou. O Corinthians dominava a partida e criava boas chances de virar o placar, mas o gol da vitória veio num pênalti de Zé Elias em Nilmar. Zé Elias, aliás, só terminou o jogo em campo por causa da conivência de Abade. Violento como de costume, ele merecia ter sido expulso antes mesmo de Luizão.

Em meio aos protestos santistas, Carlos Alberto converteu o pênalti aos 41 minutos da etapa final. Na saída de bola, Geovanni quis dar uma de nervosinho indignado (como se o Santos estivesse sendo roubado) e chutou a bola na direção da arquibanca, insuflando a torcida santista e dando início ao tumulto.

Dois minutos depois de virar o jogo, Carlos Alberto recebeu bola em condições de marcar o quarto gol corinthiano. Erroneamente, o bandeirinha assinalou impedimento do atacante corintiano. Com o lance já parado, Carlos Alberto foi chutado pelo goleiro Saulo. O atacante corinthiano bateu boca com o arqueiro adversário e terminou expulso. O goleiro agressor ficou impune. Pouco antes do término do tempo regulamentar a torcida santista começou a invadir o gramado e o clássico foi encerrado por falta de segurança, apesar de Abade ter hesitado em encerrar o jogo.

A confusão deixa claro o quão ridículo é a diretoria do Santos marcar clássicos na Vila Belmiro. Tal atitude é insensata e coloca em risco a integridade física de torcedores e atletas. Desconhecedores declarados do retrospecto do clássico, os torcedores santistas se esqueceram que são eles os fregueses históricos do Corinthians quando iniciaram a confusão e não aceitaram a derrota. A Vila Belmiro não deve ser somente interditada. Clássicos devem ser sumariamente banidos do estádio, cuja capacidade é igual à da Fazendinha, onde o Timão raramente manda jogos por vergonha na cara.

A vitória corinthiana coloca ponto final na era Robinho e no tabu que pairou durante o período. O Corinthians não vencia o Santos desde 2001, ou 11 jogos, dez deles com Robinho em campo. Com isso, o Timão voltou a ampliar sua extensa vantagem sobre o rival.

O dia 13 de outubro é um marco na história de queba de tabus pelo Corinthians. Em 1977, nessa mesma data, o alvinegro do Parque São Jorge encerrou um jejum de mais de 22 anos sem títulos no Campeonato Paulista.

O Timão terá problemas no domingo, quando não poderá contar com Roger, Carlos Alberto e Rosinei para o jogo contra o Palmeiras, mas a vitória de hoje concede ao time uma certa “margem de segurança” para o próximo clássico, apesar de não ser este o momento adequado para fraquejar no Brasileirão.


Clique aqui para ler o texto referente ao jogo anulado


 

Jogo 4.856: Tévez mostra cartão de visitas ao presidente do Flamengo

flamengo 1 x 3

Dias atrás, o presidente do Flamengo, Márcio Braga, ironizou o craque corintiano Carlitos Tévez durante uma conversa com jornalistas, fingindo desconhecê-lo. Na tarde deste do domingo, no Estádio Luso-Brasileiro (rebatizado Arena Petrobras), o argentino optou por responder dentro de campo ao invés de ingressar numa guerra de palavras e entregou seu cartão de visitas ao dirigente flamenguista ao marcar os dois últimos gols da vitória corintiana por 3 x 1 sobre o time carioca. Continue reading

Jogo 4.851: Majestoso anulado por interferência do juiz ladrão

 3 x 2

O São Paulo passou as últimas dez rodadas reclamando insistentemente da arbitragem, mesmo sem ser prejudicado. Quem acabou pagando o pato foi o Corinthians. Na tarde desta quarta-feira, o árbitro Edílson Pereira de Carvalho interferiu no resultado em favor do tricolor, apesar de o Timão não ter apresentado um bom futebol.

O Corinthians até começou bem. O estreante Nilmar abriu o placar logo aos dois minutos de jogo numa boa jogada de Roger. Mas o juiz logo começou a aprontar das suas. No intervalo, o zagueiro Sebá relatou ter sido ameaçado por Edílson Pereira de Carvalho sem ter feito nada de mais. Mais tarde, Roger revelou que o árbitro chamou o argentino de “gringo de merda”.

No quesito cartões amarelos, o juiz aplicou em faltas leves de Sebá e Tévez o mesmo critério usado para faltas muito mais duras dos jogadores são-paulinos. No fim, Jô e Wendell saíram contundidos depois de entradas violentas dos adversários.

O gol de empate são-paulino saiu no meio do primeiro tempo em bela jogada individual de Amoroso. A virada veio na segunda etapa, mas o gol de Souza saiu de uma jogada iniciada numa falta em Ronny não assinalada pela arbitragem. Aos 41 do segundo tempo, Rosinei recebeu passe de Roger e igualou o marcador em um belo chute de pé esquerdo.

Apesar de o Corinthians não ter jogado bem, o São Paulo também apresentou um futebol mediano. O empate por 2 x 2 até parecia justo para o que apresentaram as duas equipes, que desperdiçaram diversas oportunidades de gol ao longo do jogo. Mas Edílson Pereira de Carvalho discordou dessa percepção. Insatisfeito com o empate, o árbitro resolveu alterar o placar e assinalou pênalti inexistente em Souza aos 43 da etapa final. Amoroso bateu e converteu, garantindo o 3 x 2 para o São Paulo.


P. S.: Texto escrito antes de ter vindo à tona o esquema de manipulação de resultados praticado pelo árbitro Edílson Pereira de Carvalho.

Clique aqui para ver como foi o jogo remarcado.

Jogo 4.454: Timão bate Al-Nasr e vai à final do Mundial de Clubes da Fifa

alnasr 0 x 2 corinthians

O Corinthians classificou-se para a decisão do Mundial de Clubes da Fifa do ano 2000 depois de derrotar o Al-Nasr, da Arábia Saudita, por 2 x 0 na terceira e última rodada da primeira fase da competição. Mas bem ao contrário do que poderia se esperar, o time saudita impôs dura resistência e a vitória corinthiana foi suada. Continue reading

Jogo 2.863: 22 anos, 8 meses e 7 dias depois, Corinthians volta a ser campeão

ponte 0 x 1 corinthians

Pelos adversários, o jejum corinthiano no Campeonato Paulista era contado em anos: quase 23, numa matemática de aproximação. Pela Fiel, a matemática era perfeita. Amanheceu a quinta-feira, 13 de outubro de 1977, com a conta em 22 anos, 8 meses e 7 dias. Todo aquele jejum e a torcida só crescia.

Em 1974, com Rivellino, o Reizinho injustiçado, o Corinthians passou perto. E em 1976 por pouco não faturou o Campeonato Brasileiro empurrado pela Fiel.

Alguns talvez soubessem dizer as horas, os minutos e os segundos desde a tarde de 6 de fevereiro de 1955, quando o Timão, comandado por Oswaldo Brandão, empatou com o Palmeiras para erguer a Taça do IV Centenário, referente ao Campeonato Paulista de 1954.

A conta era bastante simples. Quem vencesse naquela noite seria o campeão paulista de 1977. Um eventual empate levaria o jogo para a prorrogação. Se o empate persistisse na prorrogação, o Corinthians seria campeão por ter melhor campanha.

Mas havia outro problema. Um detalhe pouco lembrado é que Corinthians e Ponte Preta enfrentaram-se a valer em 1977. Até a decisão da noite daquela quinta-feira, a Ponte havia vencido quatro dos cinco confrontos disputado no ano, um deles por 4 x 0.

Mas Oswaldo Brandão estava de volta ao Parque São Jorge. E parecia contar com algum misterioso apoio extracampo para vencer o tabu e o jejum.

“Nós vamos ganhar de 1 x 0, e você, Neguinho, você vai fazer o gol hoje”, assegurou o técnico ao grupo na preleção, apontando para Basílio.

Será?

O Corinthians começa avassalador, mas o gol não vem. A Ponte Preta do segundo tempo perfeito do jogo anterior parecia ter-se desmaterializado. Rui Rei tem um xilique com Dulcídio e é expulso aos 15 minutos de jogo. Mas nada de o Corinthians abrir o placar. Oscar e Polozzi beiravam a perfeição. Quando a bola passava deles, Carlos pegava tudo. E quando ele não pegava, a bola explodia na trave.

Vem o segundo tempo e o sofrimento se arrasta. Milhões de corinthianos fazem contas. Quantos minutos faltam? Falta pela direita. Trinta e seis minutos da etapa complementar. Essa fila não vai acabar? Podia ser agora, né?

Zé Maria na bola. O Super Zé levanta no meio área. Basílio cabeceia em direção ao segundo pau. A bola atravessa a área à meia altura. Carlos acompanha. A defesa também. Mas Vaguinho se antecipa e alcança de esquerda. A bola explode no travessão. Vem Vladimir, de cabeça, de frente pro gol. É agora? Podia ser do Vlad. Mas a bola explode na cabeça de Oscar e sobra para o meio da área. Caprichosa, ela procura o pé direito de Basílio, o pé de anjo, e aos 36m e 45s estufa as redes do Morumbi.

Basílio corre sozinho rumo à bandeira de escanteio, o braço erguido, o punho cerrado, a pose de conquistador depois de marcar um dos gols mais chorados – e celebrados – da história do futebol. A massa em delírio. O estádio quase vem abaixo. Agora não tem volta. Não tem Ponte. Não tem nada nem ninguém. Apenas o tempo, que não passa, entre o gol e o apito final de Dulcídio Vanderlei Boschilla, em unusuais 49 minutos e 40 segundos da etapa complementar.

O gol de Basílio iniciou uma festa que tarda em terminar.

Veja o gol ouvindo a narração inesquecível de Osmar Santos.


FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 0 X 1 CORINTHIANS

Data: 13/10/1977
Local: Morumbi;
Juiz: Dulcidio Vanderlei Boschilia;
Renda: Cr$ 3 325 470.00;
Público: 86.677;
Gol: Basílio, aos 36 do 2° tempo.
Cartões amarelos: Ângelo e Basílio;
Cartão vermelho: Rui Rei, Oscar e Geraldão;
Ponte Preta: Carlos; Jair, Oscar, Polozzi e Ângelo; Vanderlei, Marco Aurélio, Dicá e Lucio; Rui Rei e Tuta (Parraga).

Corinthians: Tobias; Zé Maria, Moisés, Ademir e Vladimir; Ruço, Luciano e Basílio; Vaguinho, Geraldão e Romeu.


| Artilheiro do jogo: Basílio |
Contra a Ponte Preta |
No Morumbi |
Sob o comando de Oswaldo Brandão |
Na história do Campeonato Paulista |
O Corinthians na história |


*Publicado em 9 de outubro de 1977 como parte do especial sobre a quebra do jejum


Jogo 2.862: Fiel estabelece recorde histórico de público do Morumbi, mas Ponte Preta leva decisão do título de 77 para a 3ª partida

corinthians 1 x 2 ponte

A Fiel torcida corinthiana não leva esse nome à toa. Mais de 146 mil corinthianos lotaram o Morumbi na tarde de domingo, 9 de outubro de 1977, na esperança de ver o Timão levantar o título paulista pela primeira vez em mais de 22 anos.

Palhinha saiu machucado e deu lugar a Vaguinho, que aos 42 minutos do primeiro tempo abriu o placar e levou à loucura a torcida alvinegra, que naquela tarde estabeleceu o recorde histórico de público do estádio Cícero Pompeu de Toledo: 146.082 pessoas (138.032 pagantes).

O gol de Vaguinho levava o Corinthians a cinco pontos na decisão do título. O adversário precisaria virar o jogo na etapa complementar se quisesse continuar na briga.

E a Ponte Preta foi guerreira. Disposto a estragar a festa corinthiana e levar a taça para Campinas, o adversário fez um segundo tempo perfeito. De falta, Dicá empatou aos 22 minutos. Mas o empate ainda deixaria o título no Parque São Jorge. E aos 38, Rui Rei virou para o time campineiro, fazendo a alegria dos antis, que naquele tempo já eram muitos, e forçando a terceira partida.

“Ficou todo mundo abatido”, relembrou o atacante Geraldão em depoimento para o filme “23 anos em 7 segundos”, documentário que abordou o fim do martírio corinthiano.

O resultado deixou a massa alvinegra com a pulga atrás da orelha. Será que já não sofremos o suficiente?

A resposta a esta pergunta viria na noite de 13 de outubro, uma quinta-feira em que o povo deflagrou uma festa que entrou pelo fim de semana e é celebrada até hoje.


FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 X 2 PONTE PRETA

Data: 09/10/1977
Local: Morumbi;
Juiz: Romualdo Arppi Filho;
Renda: Cr$ 4 239 010,00;
Público pagante: 138.032; Menores credenciados: 8.050;
Público total: 146.082;
Gols: Vaguinho, aos 42 do 1° tempo; Dicá, aos 22, e Rui Rei, aos 38 do 2° tempo.
Cartões amarelos: Jair, Romeu, Zé Eduardo, Marco Aurélio, Oscar e Odirlei.
Cartão vermelho: Adãozinho.
Corinthians: Jairo; Zé Maria. Moisés, Zé Eduardo e Vladimir; Ruço, Luciano (Adãozinho), Romeu e Basílio; Palhinha (Vaguinho) e Geraldão.
Ponte Preta: Carlos; Jair, Oscar, Polozzi e Odirlei; Vanderlei, Marco Aurélio, Dicá e Lucio; Rui Rei (Helinho) e Tuta (Parraga).


| Artilheiro do jogo: Vaguinho |
Contra a Ponte Preta |
No Morumbi |
Sob o comando de Oswaldo Brandão |
Na história do Campeonato Paulista |
O Corinthians na história |


*Publicado em 9 de outubro de 1977 como parte do especial sobre a quebra do jejum


Jogo 2.861: Corinthians vence a Ponte Preta e fica a um empate do título de 77

ponte 0 x 1 corinthians

O Corinthians derrotou a Ponte Preta por 1 x 0, gol de Palhinha, e ficou a apenas um empate de quebrar o jejum de mais de 22 anos sem conquistar o Campeonato Paulista.

O gol da vitória corinthiana saiu ainda no primeiro tempo, aos 14 minutos da partida disputada na noite da quarta-feira 5 de outubro de 1977, no Morumbi.

Mais rápido que os defensores, Palhinha dominou de frente para o goleiro Carlos, que fez uma defesa heroica, mas a bola rebateu no rosto do atacante e morreu no fundo das redes pontepretanas.

O Timão entrou na decisão do título estadual com um ponto extra, uma vez que teve campanha melhor que a da Ponte Preta durante as fases de classificação do Paulistão de 1977.

Seria declarado campeão o clube que primeiro chegasse à soma de quatro pontos na decisão. Na época, cada vitória valia dois pontos.

Com a vitória, portanto, o Corinthians ficou a apenas um empate do título no jogado marcado para o domingo, 9 de outubro. Mas a Ponte Preta tinha um timaço e conseguiu levar a decisão para a terceira partida.


FICHA TÉCNICA

PONTE PRETA 0 x 1 CORINTHIANS

Data: 05/10/1977
Local: Morumbi;
Árbitro: Dulcidio Vanderlei Boschilia;
Renda: Cr$ 2 628 890,00;
Público: 65.806;
Gol: Palhinha, aos 14 do 1° tempo.
Ponte Preta: Carlos; Jair, Oscar, Polozzi e Odirlei; Vanderlei, Marco Aurélio, Lucio e Dicá; Rui Rei e Tuta.

Corinthians: Tobias; Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Vladimir; Ruço, Luciano e Basílio; Palhinha, Geraldão e Adãozinho (Lance).


| Artilheiro do jogo: Palhinha |
| Contra a Ponte Preta |
| No Morumbi |
| Sob o comando de Oswaldo Brandão |
| Na história do Campeonato Paulista |
| O Corinthians na história |


*Publicado em 9 de outubro de 1977 como parte do especial sobre a quebra do jejum