Jogo 5.782: Nem roubando o São Paulo vence o Corinthians em Itaquera

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Nem roubando o São Paulo vence em Itaquera. Muitas vezes vi o Corinthians ser roubado. Mas poucas vezes como hoje. Continue reading

Jogo 5.645: Santo André vence o Corinthians em Itaquera e quebra tabu de 28 anos

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A merda tem aromas florais no reino encantado de Roberto de Andrade. O timaço (des)montado pelo maior gênio incompreendido a um dia presidir o Corinthians foi derrotado em casa por 2 x 0 para o Santo André, clube recém-egresso da A-2 e para o qual não perdia havia 28 anos. Continue reading

Jogo 5.629: Timão tem gol legítimo anulado e só empata com o Atlético-MG em Itaquera

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O Corinthians voltou a ser garfado pela arbitragem no jogo da noite desta quarta-feira contra o Atlético Mineiro. O centro-avante Gustavo teria finalmente marcado seu primeiro tento com o manto ao alvinegro, lá pelo meio do primeiro tempo, quando o juiz Rodolpho Toski Marques primeiro validou o gol e depois inventou uma falta inexistente para anular o lance. Continue reading

Jogo 5.604: Sorria, você está sendo assaltado!

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Sorria, você está sendo assaltado!

Pelo segundo jogo consecutivo, o Corinthians perdeu roubado para o Palmeiras pela contagem mínima. Continue reading

Jogo 4.861: Timão bate o Santos na Vila em jogo refeito por causa de juiz ladrão

 2 x 3

Num jogo tumultuado, o Corinthians bateu o Santos por 3 x 2 na noite desta quinta-feira na Vila Belmiro e distanciou-se do vice-líder Goiás na tabela de classificação, abrindo seis pontos de vantagem. A vitória de virada foi obtida no jogo refeito por causa das falcatruas do juiz ladrão Edílson Pereira de Carvalho.

O clássico de hoje foi apitado por Cléber Wellington Abade. Mas a arbitragem ruim comprometeu o espetáculo. Desta vez, apesar de lesado, o Corinthians pelo menos conseguiu sair de campo com a vitória, a quinta seguida numa seqüência invicta de dez partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro.

O Santos começou dominando e saiu na frente aos 11 minutos de jogo, quando Cláudio Pitbull aproveitou belo passe de Geovanni e concluiu com classe. Ainda no primeiro tempo, apesar de desorganizado em campo, o Corinthians empatou com Betão.

O Timão voltou melhor para o segundo tempo, mas foi prejudicado quando Abade não marcou pênalti escandaloso do goleiro Saulo em Nilmar. Dois minutos depois, o árbitro expulsou o santista Luizão por causa de uma cotovelada infantil em Wendell. Entretanto, o Corinthians não soube tirar proveito da vantagem numérica e sofreu o segundo gol aos 23 minutos, quando Luciano Henrique aproveitou falha da defesa.

A reação corinthiana veio três minutos depois. Antonio Lopes trocou o zagueiro Marinho pelo atacante Bobô. Em seguida, Rosinei cabeceou no travessão. No rebote Nilmar empatou. O Corinthians dominava a partida e criava boas chances de virar o placar, mas o gol da vitória veio num pênalti de Zé Elias em Nilmar. Zé Elias, aliás, só terminou o jogo em campo por causa da conivência de Abade. Violento como de costume, ele merecia ter sido expulso antes mesmo de Luizão.

Em meio aos protestos santistas, Carlos Alberto converteu o pênalti aos 41 minutos da etapa final. Na saída de bola, Geovanni quis dar uma de nervosinho indignado (como se o Santos estivesse sendo roubado) e chutou a bola na direção da arquibanca, insuflando a torcida santista e dando início ao tumulto.

Dois minutos depois de virar o jogo, Carlos Alberto recebeu bola em condições de marcar o quarto gol corinthiano. Erroneamente, o bandeirinha assinalou impedimento do atacante corintiano. Com o lance já parado, Carlos Alberto foi chutado pelo goleiro Saulo. O atacante corinthiano bateu boca com o arqueiro adversário e terminou expulso. O goleiro agressor ficou impune. Pouco antes do término do tempo regulamentar a torcida santista começou a invadir o gramado e o clássico foi encerrado por falta de segurança, apesar de Abade ter hesitado em encerrar o jogo.

A confusão deixa claro o quão ridículo é a diretoria do Santos marcar clássicos na Vila Belmiro. Tal atitude é insensata e coloca em risco a integridade física de torcedores e atletas. Desconhecedores declarados do retrospecto do clássico, os torcedores santistas se esqueceram que são eles os fregueses históricos do Corinthians quando iniciaram a confusão e não aceitaram a derrota. A Vila Belmiro não deve ser somente interditada. Clássicos devem ser sumariamente banidos do estádio, cuja capacidade é igual à da Fazendinha, onde o Timão raramente manda jogos por vergonha na cara.

A vitória corinthiana coloca ponto final na era Robinho e no tabu que pairou durante o período. O Corinthians não vencia o Santos desde 2001, ou 11 jogos, dez deles com Robinho em campo. Com isso, o Timão voltou a ampliar sua extensa vantagem sobre o rival.

O dia 13 de outubro é um marco na história de queba de tabus pelo Corinthians. Em 1977, nessa mesma data, o alvinegro do Parque São Jorge encerrou um jejum de mais de 22 anos sem títulos no Campeonato Paulista.

O Timão terá problemas no domingo, quando não poderá contar com Roger, Carlos Alberto e Rosinei para o jogo contra o Palmeiras, mas a vitória de hoje concede ao time uma certa “margem de segurança” para o próximo clássico, apesar de não ser este o momento adequado para fraquejar no Brasileirão.


Clique aqui para ler o texto referente ao jogo anulado


 

Jogo 4.851: Majestoso anulado por interferência do juiz ladrão

 3 x 2

O São Paulo passou as últimas dez rodadas reclamando insistentemente da arbitragem, mesmo sem ser prejudicado. Quem acabou pagando o pato foi o Corinthians. Na tarde desta quarta-feira, o árbitro Edílson Pereira de Carvalho interferiu no resultado em favor do tricolor, apesar de o Timão não ter apresentado um bom futebol.

O Corinthians até começou bem. O estreante Nilmar abriu o placar logo aos dois minutos de jogo numa boa jogada de Roger. Mas o juiz logo começou a aprontar das suas. No intervalo, o zagueiro Sebá relatou ter sido ameaçado por Edílson Pereira de Carvalho sem ter feito nada de mais. Mais tarde, Roger revelou que o árbitro chamou o argentino de “gringo de merda”.

No quesito cartões amarelos, o juiz aplicou em faltas leves de Sebá e Tévez o mesmo critério usado para faltas muito mais duras dos jogadores são-paulinos. No fim, Jô e Wendell saíram contundidos depois de entradas violentas dos adversários.

O gol de empate são-paulino saiu no meio do primeiro tempo em bela jogada individual de Amoroso. A virada veio na segunda etapa, mas o gol de Souza saiu de uma jogada iniciada numa falta em Ronny não assinalada pela arbitragem. Aos 41 do segundo tempo, Rosinei recebeu passe de Roger e igualou o marcador em um belo chute de pé esquerdo.

Apesar de o Corinthians não ter jogado bem, o São Paulo também apresentou um futebol mediano. O empate por 2 x 2 até parecia justo para o que apresentaram as duas equipes, que desperdiçaram diversas oportunidades de gol ao longo do jogo. Mas Edílson Pereira de Carvalho discordou dessa percepção. Insatisfeito com o empate, o árbitro resolveu alterar o placar e assinalou pênalti inexistente em Souza aos 43 da etapa final. Amoroso bateu e converteu, garantindo o 3 x 2 para o São Paulo.


P. S.: Texto escrito antes de ter vindo à tona o esquema de manipulação de resultados praticado pelo árbitro Edílson Pereira de Carvalho.

Clique aqui para ver como foi o jogo remarcado.

Jogo 4.841: Derrota para o Santos anulada após descoberta de juiz ladrão

 4 x 2

No sábado pela manhã, quando li que Robinho havia fechado um acordo com o Santos e jogaria contra o Corinthians, comecei a alimentar a esperança de que o Timão conseguiria quebrar seu tabu contra o alvinegro da Vila Belmiro tendo em campo seu maior algoz dos últimos anos.

Se fosse pela falta de ritmo de Robinho e pela eficácia de seu ataque, o Corinthians até poderia ter vencido o jogo da tarde de hoje na Vila, mas o frágil sistema defensivo mostrou que o Timão ainda está longe de ser uma equipe equilibrada. Tanto o Corinthians quanto o Santos travaram um duelo aberto e bonito de se assistir. Infelizmente, quem venceu desta vez foi o adversário, por 4 x 2.

Minhas esperanças de quebra de tabu terminaram com menos de 30 segundos de partida, quando Roger perdeu a bola no meio de campo para Frontini, que avançou e tocou para Giovanni. O atacante conduziu a bola sem maior resistência até a área corintiana e tocou para o meio, onde o zagueiro corintiano Marinho aproveitou para marcar seu segundo gol contra em dois jogos consecutivos. Ele lembra mais o Célio Silva ou o João Carlos? Na súmula, o árbitro deu o gol para Giovanni aos 26 segundos de jogo. É tudo uma questão de ponto de vista.

Aparentemente se acostumando com as idiotices de Marinho, o Timão não se abalou e fez um bom primeiro tempo. Além do gol de empate, feito por Roger depois de belo passe de Tévez para Gustavo Nery, o Corinthians desperdiçou boas oportunidades de reverter a desvantagem inicial, algumas delas salvas pelo goleiro Saulo.

O Timão voltou para o segundo tempo um pouco atrapalhado e tomou o segundo gol aos sete minutos numa jogada que misturou uma bela troca de passes dos santistas com a persistente desorganização da defesa corintiana. Aos 14, Giovanni chutou da entrada da área em cima de Fábio Costa, mas nosso digníssimo goleiro aparentemente achou melhor deixar a bola entrar. E olha que ele até vinha jogando bem.

Rosinei descontou dois minutos depois e o Corinthians voltou a criar boas chances de igualar o marcador. Entrou então em campo a mão do árbitro Edílson Pereira de Carvalho em favor do Santos. Ele ignorou dois pênaltis – um de Wendell e outro de Fabinho – em cima de Jô e seu auxiliar deu continuidade à jogada do quarto gol do Santos, na qual Ricardinho e Wendell estavam em situação bastante duvidosa.

O setor ofensivo voltou a ter um bom desempenho na tarde de hoje. Além dos dois gols, diversas oportunidades de marcar foram criadas e perdidas. Mas a inoperância da defesa foi a principal responsável pela derrota por 4 x 2 e pela quebra de uma seqüência de cinco vitórias consecutivas, a segundo no Campeonato Brasileiro deste ano.

O Corinthians ainda possui o melhor ataque da competição, com 36 gols, mas os 33 gols sofridos mostram que mais cedo ou mais tarde a defesa comprometeria as boas atuações do restante do elenco. A média de gols sofridos é de mais de dois por partida, algo inaceitável para um time como o Corinthians. Fábio Costa e Marinho já estão fazendo hora extra no time titular. E depois dizem que o Passarella não estava certo quando afastou o goleiro. Ele poderia ter sido mais delicado, mas isso é uma outra história…

Conduzido por Giovanni, o Santos manteve o tabu de não perder para o Corinthians desde outubro de 2001, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. De lá para cá foram 11 jogos, sendo nove derrotas e dois empates. Robinho, que estreou em 2002, jogou mal, mas vai embora para o Real Madrid sem nunca ter amargado uma derrota para o Timão. Mas tudo tem sua hora para acontecer.

Mesmo com a derrota, o Corinthians manteve a segunda colocação no campeonato graças ao empate por 1 x 1 entre Ponte Preta e Internacional em Campinas. A Ponte lidera com 33 pontos, seguida pelo Timão, com 31, e pelo Inter, com 29.


P. S.: Texto escrito antes de ter vindo à tona o esquema de manipulação de resultados praticado pelo árbitro Edílson Pereira de Carvalho.

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