Jogo 5.474: Corinthians empata em casa com o Tapetense

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O Corinthians recebeu o Tapetense em Itaquera na tarde deste domingo e ficou apenas no empate em mais um confronto direto com a CBF de Del Nero e Marin na véspera do aniversário de 104 anos do clube mais brasileiro.

O Tapetense saiu na frente após um pênalti inventado pelo árbitro Paulo Henrique de Godoy Bezerra, escalado de última hora, no fim de um péssimo primeiro tempo.

O empate veio depois de muito suor e esforço, na etapa complementar. O Timão só não conseguiu a virada por causa da falta de pontaria e do critério generalizado da arbitragem de ignorar pênaltis para o Corinthians, desta vez o nocaute de Luciano pelo goleiro adversário.

É fato que o Fluminense teve um gol mal anulado por um assistente, um ponto fora da curva. A tática de parar o Timão no apito prevaleceu durante o restante da partida dos lances mais simples, como inversões de posse de bola, aos mais polêmicos, como os pênaltis em questão.

Tanto no pênalti dado ao Tapetense quanto no lance ignorado em Luciano, o retrospecto recente dos árbitros praticamente assegura que a decisão do juiz seria diferente se a situação fosse inversa.

É interessante notar que o Corinthians vem jogando mal e todo esse empenho da CBF parece exagerado, até desnecessário.

Diretoria, comissão técnica e atletas precisariam encontrar meios de contornar a situação, mas tal objetivo parece muito além da capacidade dos envolvidos.

Enquanto isso, a torcida sofre com ingressos caros, time sem inspiração, técnico incompetente, diretoria inepta e armações de arbitragem. Fácil, superfácil.


Artilheiro do jogo: Romarinho.

Jogo 5.469: Timão bate o Santos na Vila no retorno de Robinho

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Sou um apreciador de tabus. Afinal, eles existem para serem quebrados. Adorei ver a notícia de que Robinho estava voltando para o Santos. Melhor ainda foi saber que a CBF agraciaria a equipe da baixada com uma aparição sumária do nome do jogador no BID.

E Robinho, o infalível, o imbatível em algum planeta habitado apenas por jornalistas esportivos, não foi capaz de jogar nas costas do ridículo Guilherme Andrade.

O técnico Mano Menezes demorou, mas descobriu que tinha no elenco um tal de Ferrugem. Foi só trocar o reserva do Fágner pelo Ferrugem e de repente foi gente para o limbo da história.

Gil, de cabeça, selou a vitória do Corinthians no pardieiro, levando o Timão a três pontos do Cruzeiro. O resto é conversa mole.


Artilheiro do jogo: Gil.